segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Individual padrão de comportamento?

Como poderiamos definir a vida prática? Longe de discursos, aceitando as ideologias imersas em nossa cultura- cultivando-as em seu meio familiar, laboroso, social? até que ponto somos livres para pensar no que queremos sem a influencia dos hábitos já adquiridos por tradição, costumes, quem sai deles por que é considerado louco? Bandidos? Filósofos, E até mesmo artistas criativos, ou um reles vagabundo?

Indo de encontro com o pensamento de Heidegger a estranheza ou estrangeiro mesmo sentido em alemão, das coisas (objetos), das pessoas (não existe diferenciação entre ambas para ele) em seu livro Sein und Seit nos faz perceber que a angustia, um sentimento de incompatibilidade perante o mundo, “descortinanado o horizonte ôntico e explicar própria presença como entidade.” O que leva a cura ontológica; o sair de si mesmo, como acontece milhares de vezes em nossa vida essa objetivação a algumas tarefas, conversas com pessoas, contemplação e o tal ditado de piloto automático na maioria do tempo de nossas existências, nas fabricas, igrejas, escolas, círculos sócias (bares?), um conforto da experiência em que já foi testada e continua a repetir inúmeras vezes, formando o suposto caráter, habitualmente adquirido, pondo desvelada a teoria existencialista-niilista a resposta para Heidegger é a saída para “angustia que se angustia com o mundo como tal” (sem adentrar ao discurso cotidiano) com isso abre-se o mundo de maneira originária e direta não como mundanidade, singularizando, projetando as possibilidades, tendo por base “fisiológica” em sua faticidade tornando um problema ontológico, chegado a esse ponto nos diz a respeito da cura, entendendo que tal conduta seja extraordinária, essa forma de negação mesmo cultural, ideológica, habitual, não de forma meramente negativa, mas algo criativo, pre-sente (Dasein) estando lançado sem ponto de apoio, superfície a por os pés, estar lançado no mundo nadificando tradições, conceitos, para deste ponto se fazer algo inovador, transformado pelo mundo a fazer algo novo, mas se fortalecendo por conceitos simplesmente dados em nossa volta. Niestzche e já disse a respeito da vontade no mundo, volições e coisas que devem ser feitas em sua ética da “vontade de potencia” com moralidade essencialmente profunda, entendida pela inversão de grande parte de valores de nossa sociedade como imoral, (desde Sócrates em suas descobertas e diálogos com as pessoas não queriam descobrir o verdadeiro sentido de suas ações, quando expostas tornaram vergonhosos seus atos, até matá-lo talvez não ele, mas algo que queriam dissimular ou esconder ) e seu grande desprezo pelos mestres, culturas, políticas igualitárias, literaturas ordinárias que vemos alastradas em nosso tempo, Heidegger pretendeu dar um passo além, no que já foi dito em parte neste artigo. Gianni Vatimmo filosofo italiano hodierno, em seu livro “o fim da modernidade” nos diz quando caiu o socialismo, consolidando o capitalismo da forma mais terrífica já apresentada pela história, toda essa aniquilação a uma consciência comum, moldadas nos regimes totalitários e nesse liberalismo crudelíssimo em que vivemos, principalmente nós na periferia do capitalismo, sem força teórica política, sem termos apego ao futuro e ao passado, seria o niilismo como destino. A consumação desta teoria do nada, junto com ateísmo cada vez mais freqüente, a uma desilusão imensa e falta de perspectivas políticas, igualitárias, ideológicas, graças a cultura de massa que alastrou desde a classe dominante aos miseráveis. Trouxe essa liberdade quase que total de pensamento como nunca houve testemunha em nossa história.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Diatribes Extemporâneas

Em um logro de si mesmo, as vezes esta idéia irrompe de modo inexorável a um ponto de não souber nem mesmo a dar sentidos em palavras que possa definir esse tipo de consciência, mas o que falta conhecer sobre si mesmo? Talvez se me fosse obcecado por essa idéia já não mais precisaria ler, estudar, conversar acredito que estaria numa satisfação remontando o motor imóvel, sendo sua semelhança personificada intrinsecamente provida de vontade plena, divina onde cada coisa soaria como musica, encadeamentos com sentidos absurdos, onírico e único, em tal zênite incomum de consciência adquirido uma comunhão mística com as coisas e tudo estaria nesses turnos, daí viria a queda.

Os padrões midíaticos de comportamentos, formas, trazendo aquela felicidade irrisória, ordinariamente comunitária, num riso simpático de aceitação, em escarnecer quem não participa dessas chafurdantes companhias, repetitivos conceitos expostos até a insensatez estética e ética, de forma impura e sobretudo promíscua mas não em forma de sentidos e afetos mas a de ditos sujo e mesquinhos, exalando miasmas de seus corpos cosméticos até a náusea espiritual, lançando ranços por toda a volta, nesse tipo de áurea fraca mutando muitas vezes numa implacável força sem direção.

O pragmatismo ainda dominando a maioria inculta e réproba, com sua estreiteza e utilidades supostamente práticas, suas perniciosas metas, seu ódio e desprezo pelos apenas desdenhadores de seus projetos, planos, maquinações, ideologias, valores e de sua ética numa triste e enfadonha visão individualista, esses defensores da técnica de exploração, na maioria das vezes sendo mais explorados e fechados nestes estreito circulo vicioso, em que muitas dessas coisas já feitas, criadas acabam discaradamente apenas copia-las e reproduzir o produzido, em uma pueril e tosca mimesis, o indivíduo perceptivo-intro-extropectivo é muitas vezes temido como um criminoso até mesmo como lembra Kierkegaard dizendo em que o captor demasiado de sensos, assim como os filosofo são confundidos como cretinos imorais, (mas que inversão de valores , rs) por seguirem sua própria lei ou nem mesmo qualquer uma, por isso merecem ser punidos como tais, revoltam contra isso, mas lhe calam a língua, mas ainda resistem...e tornam-se as vezes mais perigosas se tais idéias deste tipo fossem liberada pelos ventos haveria certamente uma grande tempestade na mente das pessoas e ruiria até mesmo nos parvos essa inflamação.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

poli-uni-a-teímos

Desprezo mundano soturnado pela fétida luz
Em niilismo abençoado por Marte
Arte em ódio é feita em rejeição de arcaímos
pra algo divino, ateu e de amplo significado

Prezado, eu imundo, mudo, ave Saturno!!! guie-me o vento
Não a Plutão mas a quiçá a um bravo novo mundo
Derradeiro, matreiro, sorveteiro

Não, longe de ver soturnos sábios meditabundos
Não, ébrios estupidificados por sua própria alegria

cantos em inspirações cataclíssmicas, catalimos
frígidos verões, até se tornar clara a sujeira sujeita
a exlosões fatalistas minha caveira sorrir.

Transpirações

Ventos súplices comove-me contra esse ardor belicoso apriosionado, vacilo até que esmurro a mesa em frente a mim, parte-se sem antes de soltar um grito preso e rangente.
Agora que ja se passou o incidente reconciliador de nossas relações, sem no entanto ver lhe as feições de nossa amizade oprimida em desentendimentos mútuos de personalidades, personificou-me em ícones diferentes ao meu caráter, para uma fácil anulação budista, expansão dos sopros nem mesmo redundaria a qualquer justificativa que possa favorecer o íncrivel amor que tem por mim. Por isso nego o nada para ser jogado em correnteza esvoaçante pra longuinquas praias e humores não mais contemplando a dual ingenuidade de nossos difamados ascetas, mas sim algo mais misterioso que a própria vida, indescritível aromas metálicas que iluminam minha consciencia e principalmente fora dela soando até ecoar em minhas tripas a melodia das ambrósias, me tornando apenas uma justificação religiosa.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Problemas expressivos o derradeiro

Sobre tantos problemas comunicativos, que não deixam transparecer seus desejos, falta de saber qual a volição mais significativa em forma idiossincrática sem mais tentar correr atrás dum condutor, apenas achar o próprio caminho, sem mais corus sibilando reciprocidade coletivas, apenas o vácuo, mas como é fácil se perder neste nada, até construir alicerces consistentes para sua própria criação expressiva e até onde onde isso vale a pena em sua vida?

Fugir de diálogos infrutíferos que visam representações convencionais ou pelo menos o riso escanrninho não tão duradouro assim, fazer da mesma forma possível a clarificação política para abrimento de novas janelas, para perceber, ou para ir através dum declínio inconsolável, ser-te-á inevitável se quisermos ter força e fluir o sangue em nossas mãos, mas como lutar contra nossos pais, país, favorecimentos que fazemos parte? Essa suja rede de risos e mentiras? Se estreitar em seu próprio ponto de vista com incontestabilidade uniforme, aglomerados em milhões essa mácula venenosa, essas respostas programadas a perguntas já talhadas em tradições decrépitas e inumanas, aceitar positivamente negações de toda e qualquer ideologia invocando a queda destes edifícios opulentos , congregadores de toda boa gente ordinária, a própria liberdade convencionada em sentido essencialmente latino, desses libertinus que contaminam escolhas, valores, hábitos, para o pior que poderia se tornar sem consciência coletiva e muito menos individual.

Sobretudo não comparar seu desenvolvimento singular com o de qualquer outro, pois não existe comparações onde existe diferenças, desdenhar poemas cristalizados em adoráveis bustos na vileza de abraços corteses e lascivos de nossa poesia afrod-sensualista, que por seu desejo insaciável por lábios, mordidas, e toques em pedaços úmidos e inflamados de desejos e delicias bucetis, que tanta alegria da a um varão, mas até nossas escolhas e consulta de valores figurativo de nosso tempo, de seus próprios pesos, medidas, contornos, cores e danças. Expressam problemas mais críticos e ainda não resistem a análises, e antes de qualquer conceito racionalizado da natureza, e de forma a priori jorrando torrentes de claro prazer e sentido.

As perguntas “inéditas” que surgem no convívio social, com respostas que não estejam na expectativas estúpidas de suas perguntas originam muitas vezes mal-estar, desconfianças, supostas ironias, levando a ambigüidades, e total falta de tato de quem fala sobre si mesmo (estranheza) e faltas convencioanis, acaba-se sendo difícil o convívio com “padronizados”, e felizmente ainda restam escolhas.

Ser e mundo

Até onde a existência individual é necessária ao coletivo? Ou o individuo isolado não ter mais necessidade de ser como tal, com todo essa apologia inclusiva da sociedade em contrapartida do voluntarismo particular a sua própria pessoa e interesses, não desejo muita imparcialidade mas é essencial a dialética, para situar em uma ontologia que eleve o ser ao menos a se tornar uma entidade, e que medida esse desenvolvimento prejudica sua relação com seus “semelhantes”, contando os progressos morais, psicológicos e percepções oníricas para melhor captar a própria existência ou a que está em volta.

Se formos ver o individuo revoltado não apenas contra toda política parlamentar, mas em suas próprias relações interpessoais de seu próprio mundo, a não aceitação de padrões de conduta, de consumação de objetos, que lhe dão status em sua volta, e refletem nos olhos dos outros uma certa felicidade falseada, que poderia ser translada por uma conformidade serena onde todos são felizes, na medida do posse-evil, aceitando diferenças, desde que estas “não façam mal a ninguém” (exceto a eles mesmos) valorizando a idéia de Nietzsche em que o lutador em tempos de paz deve guerrear e contra si mesmo. Esta falta de referência que os subcultos tem em encontrar uma ideologia, mas estes mesmos em muitos casos nos meios da ideologia (em conceito filosófico, do próprio sistema) nos dias de hoje, nesse artificialismo amoroso, mesquinho, e exclusivista que supostamente congrega a todos, como se vivêssemos em terra de tetas generosas, existe aí uma contradição incrível de valores, sobre o “novo” que necessariamente de ser descartado quando deixa de ser novidade, o tradicional em que se agarram para fazer discursos sujos e egoístas pra tentarem persuadir muitas vezes com êxito as mentes incultas no pensamento, que sendo a maioria fazem o motor girar e as coisas serem como vemos, em músicas, idéias, arte ou qualquer tipo de cultura que é cultivado apenas o insosso junto com corrompimento e a suposta purificação sexual, que entope, entorpece, esporra cada vez mais nosso mundo em tantas pessoas e suas iniqüidades, aqui estamos quem não procura aderir a um new wave fashion é reduzido ao idiotismo aos grandes olhos comuns, e muitas vezes acredita nestas baboseiras pelas inúmeras razões em sua volta.

Nossa sociedade tem como maior perigo justamente a própria individualidade, aqui neste país tido com neo-post colônia que apenas satisfazemos com “maneirismo estrangeiros” ou muito bem com uma suja bunda ululante e uma bola num circo macaqueado corruptamente, não mais existe consciência de classe é algo morto, até putrefa quente horríveis miasmas em periferias subnutridas e em banhudos bairros burgueses em que se consome e se conforma com satisfação de sua própria imbelicidade, que riem até as lacrimas de sua estupidez novelesca, e se entristecem por estar longe desta suposta classe média vista em suas óperas de sabão, esses maltrapilhos trabalhadores que realmente o são dessa classe não percebida, visto isto o paralelo acaba indo na própria criminalidade não mais valores próprios a todos somente a quem tiver potencia e audácia para o saque, corrupção, tráfico, homicídios. (Eis a individualidade pregada e abotoada em sutis ternos de nossa sociedade e o resumo do que sê a individualidade tosca e pragmática, na pior visão dum maquiavelismo do nonsense). Grupos minoritários mesmo tendo outros valores são talhados com essas insígnias e essa aversão social que os torna insípidos melífluos. Preocupando somente com seus próprios subterfúgios entorpecedores apenas como um convívio social, de seus tudo bens, a supervalorização da aesthesis em sentido puramente figurativo, as contagiantes músicas de três acordes e muita filantropia envolvente, o consumo excessivo de atônicos como coca-cola*-crack , a moralização determinista sendo perfidamente e contra toda ethos e confundindo o efeito pela causa como se fossem verdades terríveis e absolutas. As vezes nos leva a acreditar cegamente no reverendo Berkeley que sistematicamente reduziu ou elevou tudo a um sonho, essa imersão no lodo dos mais essências valores, num quase que nega-los categoricamente contra tudo o que se esta aceito nos dia agora.

Mas como fica a questão do simplesmente ser em sua imutablidade? Até que ponto as influencias externas infleuncia na chamada personalidade?ou melhor a nobreza de critérios individuais de que maneira é possível, em contrapartida desses indivíduos em série que comunga tão bem com consciente coletivo? De tão compassivos, resignados, medíocres, esse rebanho acéfalo que justamente andam apenas em conjunto e promiscuidade, com fétidas secreções perfumando dulcinamente seus hálitos e idéias comuns, até quando essas contradições tão acentuadas polidamente, que qualquer revolução é visível imperceptivelmente e acaba agindo somente no ser e não mais depende do outro, sendo apenas em si, e as vistas ordinárias é apenas um imbecil, mas essa consciência de imbecilidade nos olhos dos outros é apenas um passo a mais, na superação de conceitos estabelecidos e uma certa individuação em estado inicial, até o ponto de você ser reconhecido como estúpido e boçal lunático e aí você chegou lá.