Sobre tantos problemas comunicativos, que não deixam transparecer seus desejos, falta de saber qual a volição mais significativa em forma idiossincrática sem mais tentar correr atrás dum condutor, apenas achar o próprio caminho, sem mais corus sibilando reciprocidade coletivas, apenas o vácuo, mas como é fácil se perder neste nada, até construir alicerces consistentes para sua própria criação expressiva e até onde onde isso vale a pena em sua vida?
Fugir de diálogos infrutíferos que visam representações convencionais ou pelo menos o riso escanrninho não tão duradouro assim, fazer da mesma forma possível a clarificação política para abrimento de novas janelas, para perceber, ou para ir através dum declínio inconsolável, ser-te-á inevitável se quisermos ter força e fluir o sangue em nossas mãos, mas como lutar contra nossos pais, país, favorecimentos que fazemos parte? Essa suja rede de risos e mentiras? Se estreitar em seu próprio ponto de vista com incontestabilidade uniforme, aglomerados em milhões essa mácula venenosa, essas respostas programadas a perguntas já talhadas em tradições decrépitas e inumanas, aceitar positivamente negações de toda e qualquer ideologia invocando a queda destes edifícios opulentos , congregadores de toda boa gente ordinária, a própria liberdade convencionada em sentido essencialmente latino, desses libertinus que contaminam escolhas, valores, hábitos, para o pior que poderia se tornar sem consciência coletiva e muito menos individual.
Sobretudo não comparar seu desenvolvimento singular com o de qualquer outro, pois não existe comparações onde existe diferenças, desdenhar poemas cristalizados em adoráveis bustos na vileza de abraços corteses e lascivos de nossa poesia afrod-sensualista, que por seu desejo insaciável por lábios, mordidas, e toques em pedaços úmidos e inflamados de desejos e delicias bucetis, que tanta alegria da a um varão, mas até nossas escolhas e consulta de valores figurativo de nosso tempo, de seus próprios pesos, medidas, contornos, cores e danças. Expressam problemas mais críticos e ainda não resistem a análises, e antes de qualquer conceito racionalizado da natureza, e de forma a priori jorrando torrentes de claro prazer e sentido.
As perguntas “inéditas” que surgem no convívio social, com respostas que não estejam na expectativas estúpidas de suas perguntas originam muitas vezes mal-estar, desconfianças, supostas ironias, levando a ambigüidades, e total falta de tato de quem fala sobre si mesmo (estranheza) e faltas convencioanis, acaba-se sendo difícil o convívio com “padronizados”, e felizmente ainda restam escolhas.
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