segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
poli-uni-a-teímos
Em niilismo abençoado por Marte
Arte em ódio é feita em rejeição de arcaímos
pra algo divino, ateu e de amplo significado
Prezado, eu imundo, mudo, ave Saturno!!! guie-me o vento
Não a Plutão mas a quiçá a um bravo novo mundo
Derradeiro, matreiro, sorveteiro
Não, longe de ver soturnos sábios meditabundos
Não, ébrios estupidificados por sua própria alegria
cantos em inspirações cataclíssmicas, catalimos
frígidos verões, até se tornar clara a sujeira sujeita
a exlosões fatalistas minha caveira sorrir.
Transpirações
Agora que ja se passou o incidente reconciliador de nossas relações, sem no entanto ver lhe as feições de nossa amizade oprimida em desentendimentos mútuos de personalidades, personificou-me em ícones diferentes ao meu caráter, para uma fácil anulação budista, expansão dos sopros nem mesmo redundaria a qualquer justificativa que possa favorecer o íncrivel amor que tem por mim. Por isso nego o nada para ser jogado em correnteza esvoaçante pra longuinquas praias e humores não mais contemplando a dual ingenuidade de nossos difamados ascetas, mas sim algo mais misterioso que a própria vida, indescritível aromas metálicas que iluminam minha consciencia e principalmente fora dela soando até ecoar em minhas tripas a melodia das ambrósias, me tornando apenas uma justificação religiosa.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Problemas expressivos o derradeiro
Sobre tantos problemas comunicativos, que não deixam transparecer seus desejos, falta de saber qual a volição mais significativa em forma idiossincrática sem mais tentar correr atrás dum condutor, apenas achar o próprio caminho, sem mais corus sibilando reciprocidade coletivas, apenas o vácuo, mas como é fácil se perder neste nada, até construir alicerces consistentes para sua própria criação expressiva e até onde onde isso vale a pena em sua vida?
Fugir de diálogos infrutíferos que visam representações convencionais ou pelo menos o riso escanrninho não tão duradouro assim, fazer da mesma forma possível a clarificação política para abrimento de novas janelas, para perceber, ou para ir através dum declínio inconsolável, ser-te-á inevitável se quisermos ter força e fluir o sangue em nossas mãos, mas como lutar contra nossos pais, país, favorecimentos que fazemos parte? Essa suja rede de risos e mentiras? Se estreitar em seu próprio ponto de vista com incontestabilidade uniforme, aglomerados em milhões essa mácula venenosa, essas respostas programadas a perguntas já talhadas em tradições decrépitas e inumanas, aceitar positivamente negações de toda e qualquer ideologia invocando a queda destes edifícios opulentos , congregadores de toda boa gente ordinária, a própria liberdade convencionada em sentido essencialmente latino, desses libertinus que contaminam escolhas, valores, hábitos, para o pior que poderia se tornar sem consciência coletiva e muito menos individual.
Sobretudo não comparar seu desenvolvimento singular com o de qualquer outro, pois não existe comparações onde existe diferenças, desdenhar poemas cristalizados em adoráveis bustos na vileza de abraços corteses e lascivos de nossa poesia afrod-sensualista, que por seu desejo insaciável por lábios, mordidas, e toques em pedaços úmidos e inflamados de desejos e delicias bucetis, que tanta alegria da a um varão, mas até nossas escolhas e consulta de valores figurativo de nosso tempo, de seus próprios pesos, medidas, contornos, cores e danças. Expressam problemas mais críticos e ainda não resistem a análises, e antes de qualquer conceito racionalizado da natureza, e de forma a priori jorrando torrentes de claro prazer e sentido.
As perguntas “inéditas” que surgem no convívio social, com respostas que não estejam na expectativas estúpidas de suas perguntas originam muitas vezes mal-estar, desconfianças, supostas ironias, levando a ambigüidades, e total falta de tato de quem fala sobre si mesmo (estranheza) e faltas convencioanis, acaba-se sendo difícil o convívio com “padronizados”, e felizmente ainda restam escolhas.
Ser e mundo
Até onde a existência individual é necessária ao coletivo? Ou o individuo isolado não ter mais necessidade de ser como tal, com todo essa apologia inclusiva da sociedade em contrapartida do voluntarismo particular a sua própria pessoa e interesses, não desejo muita imparcialidade mas é essencial a dialética, para situar em uma ontologia que eleve o ser ao menos a se tornar uma entidade, e que medida esse desenvolvimento prejudica sua relação com seus “semelhantes”, contando os progressos morais, psicológicos e percepções oníricas para melhor captar a própria existência ou a que está em volta.
Se formos ver o individuo revoltado não apenas contra toda política parlamentar, mas em suas próprias relações interpessoais de seu próprio mundo, a não aceitação de padrões de conduta, de consumação de objetos, que lhe dão status em sua volta, e refletem nos olhos dos outros uma certa felicidade falseada, que poderia ser translada por uma conformidade serena onde todos são felizes, na medida do posse-evil, aceitando diferenças, desde que estas “não façam mal a ninguém” (exceto a eles mesmos) valorizando a idéia de Nietzsche em que o lutador em tempos de paz deve guerrear e contra si mesmo. Esta falta de referência que os subcultos tem em encontrar uma ideologia, mas estes mesmos em muitos casos nos meios da ideologia (em conceito filosófico, do próprio sistema) nos dias de hoje, nesse artificialismo amoroso, mesquinho, e exclusivista que supostamente congrega a todos, como se vivêssemos em terra de tetas generosas, existe aí uma contradição incrível de valores, sobre o “novo” que necessariamente de ser descartado quando deixa de ser novidade, o tradicional em que se agarram para fazer discursos sujos e egoístas pra tentarem persuadir muitas vezes com êxito as mentes incultas no pensamento, que sendo a maioria fazem o motor girar e as coisas serem como vemos, em músicas, idéias, arte ou qualquer tipo de cultura que é cultivado apenas o insosso junto com corrompimento e a suposta purificação sexual, que entope, entorpece, esporra cada vez mais nosso mundo em tantas pessoas e suas iniqüidades, aqui estamos quem não procura aderir a um new wave fashion é reduzido ao idiotismo aos grandes olhos comuns, e muitas vezes acredita nestas baboseiras pelas inúmeras razões em sua volta.
Nossa sociedade tem como maior perigo justamente a própria individualidade, aqui neste país tido com neo-post colônia que apenas satisfazemos com “maneirismo estrangeiros” ou muito bem com uma suja bunda ululante e uma bola num circo macaqueado corruptamente, não mais existe consciência de classe é algo morto, até putrefa quente horríveis miasmas em periferias subnutridas e em banhudos bairros burgueses em que se consome e se conforma com satisfação de sua própria imbelicidade, que riem até as lacrimas de sua estupidez novelesca, e se entristecem por estar longe desta suposta classe média vista em suas óperas de sabão, esses maltrapilhos trabalhadores que realmente o são dessa classe não percebida, visto isto o paralelo acaba indo na própria criminalidade não mais valores próprios a todos somente a quem tiver potencia e audácia para o saque, corrupção, tráfico, homicídios. (Eis a individualidade pregada e abotoada em sutis ternos de nossa sociedade e o resumo do que sê a individualidade tosca e pragmática, na pior visão dum maquiavelismo do nonsense). Grupos minoritários mesmo tendo outros valores são talhados com essas insígnias e essa aversão social que os torna insípidos melífluos. Preocupando somente com seus próprios subterfúgios entorpecedores apenas como um convívio social, de seus tudo bens, a supervalorização da aesthesis em sentido puramente figurativo, as contagiantes músicas de três acordes e muita filantropia envolvente, o consumo excessivo de atônicos como coca-cola*-crack , a moralização determinista sendo perfidamente e contra toda ethos e confundindo o efeito pela causa como se fossem verdades terríveis e absolutas. As vezes nos leva a acreditar cegamente no reverendo Berkeley que sistematicamente reduziu ou elevou tudo a um sonho, essa imersão no lodo dos mais essências valores, num quase que nega-los categoricamente contra tudo o que se esta aceito nos dia agora.
Mas como fica a questão do simplesmente ser em sua imutablidade? Até que ponto as influencias externas infleuncia na chamada personalidade?ou melhor a nobreza de critérios individuais de que maneira é possível, em contrapartida desses indivíduos em série que comunga tão bem com consciente coletivo? De tão compassivos, resignados, medíocres, esse rebanho acéfalo que justamente andam apenas em conjunto e promiscuidade, com fétidas secreções perfumando dulcinamente seus hálitos e idéias comuns, até quando essas contradições tão acentuadas polidamente, que qualquer revolução é visível imperceptivelmente e acaba agindo somente no ser e não mais depende do outro, sendo apenas em si, e as vistas ordinárias é apenas um imbecil, mas essa consciência de imbecilidade nos olhos dos outros é apenas um passo a mais, na superação de conceitos estabelecidos e uma certa individuação em estado inicial, até o ponto de você ser reconhecido como estúpido e boçal lunático e aí você chegou lá.